samedi 28 décembre 2013

Completude

Dia 28 – Defina um sentimento

“Respirei fundo e escutei o velho e orgulhoso som do meu coração. Eu sou, eu sou, eu sou.”
– Sylvia Plath
O que você quer? Se eu te fizesse essa pergunta, o que responderia? Não sei o que pensou, mas te digo o que passa na minha cabeça a cada vez que me pegando nessa frase complexa, íntima e tão variável, até para nós mesmos. Penso no que quero para agora, tipo nesse minuto. Uma colherada de doce de leite cairia bem. Penso no quero para hoje. O último sábado do ano merece ser aproveitado. Penso no quero para a semana que vem, juntamente com 2014. Quero levar os meus objetivos a sério, como deve ser. Quero muita paz e perseverança. Coragem para enfrentar meus medos. Clareza para fazer escolhas, sejam elas grandes ou pequenas. O sucesso é consequência. E, pensando bem, eu não quero essas coisas apenas para o ano que começa, mas para a vida toda. Quero aproveitar meus tão esperados dezoito anos e todos os dias da minha vida. Tenho sede de justiça. Meu alimento é a fé. Minha energia está na alma – ou melhor, a vibe é a minha alma. 
E ok, não acredito numa vida sem turbulência. E se continuo a responder a primeira pergunta, eu digo: também quero aprender. Se necessário, sofro, passo dificuldade, decepciono e desapego. Mas aprendo. Eu quero a experiência. Pelo amor e pela dor. Eu acredito que as pessoas mais fortes são aquelas que tiveram que lidar com a tempestade e mesmo perto de desistir, persistiram. E se for para me afogar, que seja na felicidade.
E por falar nela, eu procuro valorizar a singularidade de um sorriso. A oportunidade de demonstrar afeto. A satisfação de distribuir carinho. Não sei bem o que me completa, mas à medida que amadureço busco a paciência para encontrar a completude. E sinceramente? Ela pode estar em qualquer lugar. Em qualquer coisa. Em qualquer pessoa. E por isso tanta diversidade. Cada um sabe ao mínimo uma coisa, um lugar ou uma pessoa que falta para preencher mais esse sentimento, que para alcançá-los cada um escolhe uma via. E a completude é isso, é essa busca incessante do que nos falta, do que nos preenche e do que faz o nosso hoje e o nosso amanhã melhores, para, enfim, ficarmos na história. Na nossa história.

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